A utilização das técnicas de geoprocessamento na cartografia ambiental:

A utilização das técnicas de geoprocessamento na cartografia ambiental: uma aplicação no estudo dos recursos hídricos de Feira de Santana–Bahia  Aline Franco Diniz*Anna Paula de Alencar LimaMarcela Carneiro de AlmeidaJosé Wilton Francisco da SilvaRosangela Leal Santos**

Sandra Medeiros Santo ***

 Resumo: O acelerado processo de urbanização na cidade de Feira de Santana-BA, vem acarretando graves problemas ambientais com conseqüências sócio-espaciais e econômicas que causam perdas ao poder público e a própria sociedade. Estes problemas, muitas vezes, são decorrentes do desconhecimento da natureza do meio físico e dos fatores que regulam a sua dinâmica.  Assim, as populações convivem com as inundações, poluição e falta de saneamento básico e de outros fenômenos que causam grandes transtornos à população que vive próxima as lagoas. O objetivo deste trabalho é utilizar, a cartografia, e o Sistema de Informação Geográfica (SIG) enquanto ferramenta para um zoneamento ambiental das lagoas da cidade de Feira de Santana. Sendo que o SIG consiste em um instrumento técnico-cientifico de grande importância na análise espacial, através de um sistema de banco de dados, na qual será representado sob a forma de mapas. Palavras-chaves: Sistema de Informação Geográfica, cartografia, Lagoas. 1- INTRODUÇÃO  No contexto das cidades médias brasileiras, Feira de Santana na Bahia se destaca tanto por ser a maior cidade do interior deste Estado, quanto pela sua dinâmica no setor comercial e de serviços, possuindo uma população estimada em 527.625 habitantes (IBGE, 2005).

Esta cidade situa-se sobre o Pediplano Sertanejo, na unidade geomorfológica Tabuleiros Interioranos, dentro do domínio morfoestrutural dos Planaltos Inundados (RADAMBRASIL, 198 – SD 24-V24). O clima local desta cidade, percebe-se que apesar de estar inserida em uma região, cuja característica climática é o semi-árido, esta possui um clima sub-úmido, segundo a classificação de Thornthwaite & Matter (1955), o que caracteriza uma faixa de transição que localmente é chamado de “Agreste” que fica entre o sertão nordestino e a zona da mata. No que tange a circulação atmosférica, as principais correntes que atuam são os alísios de Sudeste, circulação perturbada de oeste e correntes do sul (bastante descaracterizada). A temperatura média é de 24°C e o principal período chuvoso é de março a junho, e algumas precipitações ocorrendo nos meses de novembro e início de dezembro, com média anualde 848 mm; máxima: 1024 mm; mínima: 592,5 mm (ESTAÇÃO 83221-2006).

 2 - OBJETIVOS

O objetivo deste trabalho é utilizar, a cartografia, e o Sistema de Informação Geográfica (SIG) enquanto ferramenta para um zoneamento ambiental das lagoas da cidade de Feira de Santana, bem como, configurar este como uma busca de se atrelar à técnica cartográfica e o Sistema de Informação Geográfica (SIG) enquanto “conjunto poderoso de ferramentas para coletar, armazenar, recuperar, transformar e visualizar dados sobre o mundo real” (Borrough, 1986, apud CÂMARA, 1998, p. 6). Onde o mesmo foi utilizado na avaliação das Lagoas em Feira de Santana-BA, relacionando-as ao impacto ambiental ocasionado pela ocupação desordenada da população em seu entorno. Sendo assim, perceberemos os resultados a partir de análise de como ocorreu esta ocupação, e fornecer subsídios ao planejamento de alternativas de exploração sustentável destes recursos.

 

3 - DISCUSSÃO CONCEITUAL

 O crescimento sócio-espacial e a exploração do sistema urbano nas cidades são elementos materializados que se incorporam ao sistema que para Monteiro (apud ALMEIDA, 1992).É “um singular, complexo, onde interagem elementos humanos, físicos, químicos e biológicos, e onde os elementos socioeconômicos não constituem um sistema antagônico e oponente, mas incluído no funcionamento do próprio sistema” (MONTEIRO, 1983, apud ALMEIDA, 1992, p. 18).  Desta forma, tal sistema tem sido constantemente prejudicado pela falta de um planejamento real, que tenha como base o conhecimento dos recursos naturais. A exemplo disso, temos os recursos hídricos, como as Lagoas em Feira de Santana-BA que, atualmente, são caracterizadas por condições sócio-ambientais bastante vulneráveis.  A intervenção das atividades humanas nestes cenários tem propiciado a degradação acentuada dos recursos naturais, originando em algumas áreas o aterramento, dando sinais visíveis da ação antrópica no meio físico. Desta forma, a través de zoneamento geoambiental é possível delimitar e monitorar espaços urbanos degradados, em especial as lagoas, a fim de subsidiar programas permanentes de monitoramento ambiental, visando um acompanhamento sistemático dos resultados de uma possível evolução ou involução da ocupação e desordenada.

Segundo Santo (2003) apesar da cidade poder utilizar algumas de suas lagoas como área de lazer, as mesmas vem se tornando depósitos de lixos aumentando a poluição ambiental, a autora ainda argumenta que o crescimento desordenado e acelerado justifica o caos ambiental. Nesses termos o uso das Lagoas e a suas ocupações inadequadas vem comprometendo a qualidade e a quantidade de suas águas além de causar, prejuízos, sócio-econômicos e ambientais, a toda sociedade, mas principalmente a comunidade que reside próxima a este local. Este modelo de ocupação urbana em Feira de Santana-BA pode estar levando a uma deterioração irreversível das reservas hídricas e mesmo do conforto ambiental da cidade, prejudicando o desenvolvimento sócio-econômico pelos impactos multidimensionais acarretados aos sistemas das lagoas.

Lamentavelmente, o homem, seja por motivos sócio-econômicos ou advindo de outras necessidades, é o agente diretamente envolvido no processo de ocupação e aterramento das lagoas para a realização de autoconstruções. Este também vem adaptando essas áreas as suas necessidades, modificando as características naturais, favorecendo agressões das mais variadas formas, e com isso modificando o conjunto da paisagem, entendida neste trabalho a partir de Bertrand (1971) onde.

Paisagem não a simples adição de elementos geográficos disparatados. É uma determinada porção do espaço, resultando da combinação dinâmica, portanto instável de elementos físicos, biológicos e antrópicos que, reagindo dialeticamente uns sobre os outros fazem da paisagem um conjunto único e indissociável, em perpetua a evolução. (BERTRAND, 1971)

  Desta forma, é a partir da interação de agentes físicos, biológicos e antrópicos que ocorre o modelar da paisagem. Sendo o conjunto dos últimos agentes está o principal modelador de áreas urbanas. Com este viés a política de ocupação que vem ocorrendo, e as pessoas que vão morar no entorno ou dentro da área das lagoas, além de se prejudicarem, favorece também a diminuição de sua qualidade de vida, convivendo assim com um lugar pouco propício a habitação humana. A falta de conhecimento sobre a importância dos recursos naturais faz com que as pessoas degradem o meio ambiente por falta de solução financeira e, invadam estas áreas sem medir os prejuízos que irão ocasionar devido a esta ocupação inadequada.  Muitas vezes há uma economia na aquisição do terreno, que são invadidos, porém há uma perca maior dos moradores, pois geralmente estas populações são atingidas por doenças devido à falta de saneamento básico dentre outros. A partir do uso de um Sistema de Informação Geográfica (SIG) que para Câmara (1998) “refere-se àqueles sistemas que efetuam tratamento computacional de dados geográficos”. Assim, para obtenção de mapas temáticos, foram utilizadas além do SIG, fotografias aéreas e malhas cartográficas georreferenciadas. Este quando bem realizado racionaliza as ações, tornando-se instrumento de sistematização de informações, reflexão sobre os problemas e especulação de cenários potenciais para o aproveitamento dos recursos naturais.

Entretanto, segundo Santo (1995) as questões ambientais são tratadas “não como resultante de um relacionamento entre os homens e a natureza, mas como uma facetas das relações entre os homens, isto é como um objeto econômico, político e cultural”.

 

4 – MATERIAIS E MÉTODOS

O problema ambiental se difunde na interrelação de esferas que perpassam a simples questão da relação homem x natureza, mas engloba um quadro maior das próprias relações dos homens entre si, abrangendo também os aspectos sociais, educacionais, culturais, políticos e econômicos. A partir daí consideramos que os problemas ambientais perpassam por uma análise integrada dos dados ambientais, sociais e econômicos da comunidade que habita determinado locus.
  • Adotou-se como técnica de estudo a análise multitemporal de fotografia aéreas, correspondentes aos períodos de 1972, 1985, 1992 e 1999.

·         As fotografias aéreas de 1972, 1985 2 1992 foram digitalizadas em scanner de alta resolução em formato *.TIFF. As fotografias de 1999 já estavam no formato digital e foram fornecidas pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana. Em seguidas foram importadas para o SPRING 4.0 pelo módulo IMPIMA, para formação do arquivo *.grb. Em seguida foram registrada, pelo método tela x tela, utilizando-se como base a carta digital da cidade.

  • Foram gerados Planos de Informação (PI) categoria Imagem, para cada série temporal de fotografias aéreas, e para imagem SPOT 5 de 1998;
  • Foram gerados Planos de Informação (PI) da categoria temático, fixos (únicos): solos, geomorfologia, hidrografia e geologia;
  • Importação de documentação digital, em formato *.DXF, disponibilizado pelo Projeto Nascente (DEXA/UEFS);
  • Foram gerados Planos de Informação (PI) da categoria temático, para cada série temporal: vegetação, ocupação (edificações), sistema viário, limites das lagoas ;
·         Foram gerados Planos de Informação (PI) cadastral: setores censitários com variação temporal dos dados de contagem de população, faixa de renda, escolaridade.  

5 - RESULTADOS E DISCUSSÕES

  As primeiras análises se prenderam à avaliação da taxa do crescimento urbano, a partir de fotointerpretação. O primeiro conjunto de fotos, de 1972 (Escala 1:25.000), revelaram a inexistência total de ocupação do tipo “urbana” da área do entorno das lagoas, estando as mesmas situadas em “meio rural”. A área é caraterizada por pequenas propriedades, voltadas à cultivo de plantas de ciclo curto (feijão, milho) e mandioca, e em grande extensão, pastagem. A hidrodinâmica superficial entretanto, já foi alterada, onde a comunicação da Lagoa da Pindoba com as demais lagoas foi interrompida pela construção da BR 116 (Figura  01) .
 
Nas fotos de 1992 (Figura 02), as lagoas já aprecem completamente comprometidas pela ocupação urbana. A Lagoa da Pindoba possibilitou a ocupação do Bairro Novo Horizonte, com a implantação da  atividade de olaria.

A Lagoa da Taboa apresentou uma ocupação bem mais intensa, principalmente pela implantação dos conjuntos residências, como o Conjunto Feira VI, e implantação e desenvolvimento dos Bairros do Campo Limpo, Pampalona e George Américo

A análise do sistema hidrológico, aliado a análise geomorfológica, através da identificação de suas formas e processos, configurou-se como de fundamental importância para a compreensão da evolução da área e o desenvolvimento dos processos nela ocorrentes.

 

     Figura 01 – Área de estudo em foto aérea de 1972. Observa-se o interrompimento da comunicação da Lagoa da Pindoba com o sistema de drenagem geral, pelo corte da BR 116
  

 

Foto 02. Área de estudo em 1992. Observa-se a grande ocupação da área. A mesma se acelerou após a implantação do Campus da UEFS, em 1982, que facilitou a implantação de vários outros bairros.
    A obtenção de algumas informações básicas, como a hidrografia (Figura 03), geomorfologia (Figura 04), e morfodinâmica (Figura 05), com identificação das áreas de predominância dos processos (Figura 08), ocorreu através de dados do trabalho desenvolvido por Almeida (1992), realizado através de fotointerpretação das fotografias aéreas de 1972, e os quais disponibilizara em forma de  mapas em formato *.DXF, encontrados no CDROM do Projeto Nascentes (1998). Estes mapas tiveram que ser adaptados para serem utilizados no sistema de informações geográficas, sendo, inicialmente registrados (corrigidos geometricamente), para, em seguida serem enquadrados num sistema de coordenadas (georreferenciados) usuais, posto que os mesmos estavam em coordenadas LRM. Para isso, utilizou-se uma rotina em AutoLISP, para conversão das coordenadas LRM para UTM. Em seguida, escolheu-se uma elipsóide de referência o datum a serem utilizados, posto que os mesmos não estavam indicados. Estes procedimentos foram realizados através do AutoCAD 14 e AutoCAD Map. Com este fez-se o registro dos diversos planos de informação que se desejava utilizar. Após estes procedimentos, os planos de informação foram exportados para o SPRING 4.2, considerando-se o elipsóide como o Hayford, e o datum como Córrego Alegre, posto a inexistência nesta região de quaisquer trabalhos, neste período, que utilizassem o SAD 69. O mapa geológico foi elaborado à partir da carta da SUDENE, escala 1:100.000, para levantamentos de água subterrânea. A estes diferentes planos foram sobrepostos as fotografias aéreas, para avaliar as diferentes interferências da ocupação humana sobre a dinâmica superficial. Na etapa posterior, sobrepôs-se as fotografias aéreas dos diferentes períodos. Na categoria cadastro foram criados planos referentes aos censos de 1970, 1980, 1990 e 2000, onde entrou-se com os dados por setores censitários (o de 2000 encontra-se vazio), fornecidos pelo IBGE (delimitação das áreas e dados coletados). As informações se referiam a contagem da população, sexo, idade, escolaridade, renda e disponibilização de bens e serviços. Neste primeiro momento, a grande dificuldade foi correlacionar as informações contidas nos censos, posto que as metodologias mudam a cada novo recenseamento. Buscou-se encontrar um parâmetro intermediário, que reduzisse todas as variáveis a unidades espaciais compatíveis. Para isso escolheu-se o método de krigeagem onde, através da modelagem da superfície, que possibilitará a redistribuição dos dados amostrais, usando como referência as unidades dos setores censitários de 1990 para, a partir daí, compararmos os diferentes dados.  

 

Figura 03. Plano de informação hidrografia, elaborado à partir de fotointerpretação por Almeida (1992) e importado para o SPRING 3.4 (a). Detalhe do sistema hidrológico, demonstrando a relação hídrica das Lagoas com o sistema de drenagem (b).
  

 

      Figura 04. Detalhe da carta geomorfológica de Feira de Santana, com destaque para as lagoas da Taboa e da Pindoba 

Fonte: Almeida, 1992

 

 

Figura 05. Detalhe da carta morfodinâmica de Feira de Santana, com destaque para as Lagoas da Pindoba e Taboa. Fonte: Modificado de Almeida, 1992
  6 – CONSIDERAÇÕES FINAIS  Na atual fase do trabalho, já dispondo de resultados preliminares, obtidos principalmente através da análise visual das fotografias aéreas e suas correlações com os dados censitários, assim como a caracterização ambiental desta área (geologia, geomorfologia, solos, clima, vegetação e uso do solo), podemos então inferir algumas conclusões sobre a ocupação da área das lagoas em estudo.
  • A ocupação do entorno das lagoas foi marcante a partir do final da década de 80;
  • A população não dispõe de infra-estrutura de saneamento básico, principalmente esgotamento sanitário;
  • A coleta de lixo é irregular e insatisfatória, assim como a qualidade da água ingerida, predominantemente de poços artesianos, possivelmente contaminados pela presença de fossas e infiltração de água contaminada, o que compromete também as lagoas, como área de recepção de águas de escoamento superficial;
  • A faixa de renda e escolaridade da população é predominantemente baixa (menos de 3 salários mínimos – primeiro grau);
  • Tem ocorrido uma redução da área útil da lagoa, assim como redução de sua área de alimentação, pela impermeabilidade do solo, com construções em seu entorno;
  • As condições sócio-econômicas, aliadas a um forte fator cultural, estão favorecendo a degradação acelerada do meio natural, comprometendo seriamente o sistema de escoamento superficial e o sistema de lagoas.
  Na próxima etapa, serão realizada as correlações espaciais e suas respectivas análises, principalmente através do Índice de Moran para os dados de categoria cadastral, assim como a elaboração da carta de potencial de risco de erosão, a qual nos permitirá uma visão integrada do quadro geossistêmico, assim como a carta das potencialidades sócio-econômicos da área e, juntas, nos permitirão elaborar o grau e suscetibildiade ambiental-econômico da área de estudo.

A partir das nossas avaliações sobre o instrumental e a metodologia utilizada, onde temos a combinação do uso do geoprocessamento, aliados ao uso do SIG, embasados numa análise geossistêmica, com apoio de uma avaliação de campo, concluímos que, até a presente etapa, a metodologia adotada se apresenta como satisfatória, apresentando resultados compatíveis aos observados em campo.

 7 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASAB’ SABER, A. N. Conhecimentos sobre as flutuações climáticas do quaternário no BALMEIDA, J.A.P. Estudo Morfodinâmico do Sítio Urbano de Feira de Santana - Ba  . Dissertação de Mestrado. Salvador: UFBA, 1992ANJOS, N.F.R & BASTOS, C.A.M. Estudo das possibilidades hidrogeológicas de Feira de Santana-Bahia. Recife: SUDENE, 1968.BRITO NEVES, B.B. & FEITOSA, E.C. Proposição e estudos geológicos preliminares da formação Capim Grosso. In: 23º Congresso Brasileiro de Geologia. Salvador, 1969DRESCH, J. Os problemas morfológicos do Nordeste brasileiro. Notícia Geomorfológica, Campinas, v.1, n. 2, Agosto, 1958, pp. 13-21.ENGESPAÇO. Manual do usuário do S.G.I. - Sistema Geográfico de Informação. São José dos Campos: ENGENSPAÇO, 1993.GONÇALVES, C. W. P. Os (des) caminhos do meio Ambiente. 5 ed., São Paulo: Contexto, 1996. INDA, H. A. V. & BARBOSSA, J.F. Texto explicativa para o mapa geológico do estado da Bahia, escala 1:1.000.000. Salvador: Secretaria das Minas e Energia, Coordenação da Produção Mineral, 1978. INPE. Manual do usuário do SPRING. –Tutorial de Geoprocessamento. São José dos Campos: INPE, 1997.MELO, D. R. Geossistemas: sistemas territoriais naturais. Belo Horizonte.  1995. http://sites.uol.com.br/ivairr/dirce.htm . Acessado em 19/01/2001MORAES, A.C.R.  Meio ambiente e ciências humanas. S. Paulo: HUCITEC, 1994. MOTTI, P. Formação e evolução do planalto de São Gonçalo dos Campos: relatório final. Salvador: UFBA/IGEO, 1971/72NOLASCO, M.C.; ROCHA, W.J.S.F (editores). Projeto Nascentes: um olhar sobre Feira de Santana. Feira de Santana: UEFS, 1998 (CDROM)SANTO, S.M.    O problema da água em Feira de Santana (BA).Dissertação de Mestrado em Arquitetura e Urbanismo. Salvador: UFBA, 1996.SANTOS, R.L. Aplicação da análise sistêmica na zonificação ambiental do Campus da UEFS. Anais do V Simpósio de Geografia Física. S. Paulo: USP, 1995, pag.SANTOS, R.L. Evolução das vertentes e pedogênese nos bordos dos tabuleiros de Cruz da Almas (BA). Dissertação de Mestrado em Geociências. Salvador:UFBA, 1993SILVA, T.C. Problemes géomorphologiques et paleogeographiques du Nord-Est du Brèsil, Strasbourg. These de Doctorat en Geographie. Faculté des Lettres et Sciences Humaines, 1959.SOUZA, C.P. Unidades geoambientais do município de Feira de Santana (BA). Monografia de Especialização em Geografia do Semi-Árido. Feira de Santana: UEFS, 2000.TRICART, J. As descontinuidades do fenômeno de erosão. Boletim Geográfico. IBGE:  Rio de Janeiro, n º 251, v.2 pag. 116-138, 1982TRICART, J. Ecodinâmica. Rio de Janeiro: IBGE,  1977.TRICART, JEAN. A Geomorfologia nos estudos integrados de ordenação do meio natural. Boletim Geográfico. IBGE:  Rio de Janeiro, n º 215, v.3 pag. 15-46, 1979        


* Graduandos(as) em Licenciatura em Geografia pela Universidade Estadual de Feira de Santana.

** Profª. Drª. em Engenharia de Transportes - Profª Assistente da Universidade Estadual de Feira de Santana

*** Profª MsC em Arquitetura e Urbanismo– Profª Assistente da Universidade Estadual de Feira de Santana

segunda 03 dezembro 2007 17:40



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